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30/08/2019

Pesquisa mostra crescimento de consórcio no setor agronegócio


De acordo com levantamento realizado pela Assessoria Econômica da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), durante o mês de maio/junho e preparado a partir de dados fornecidos pelas administradoras associadas que atuam no setor de máquinas e implementos agrícolas (inserido no setor de veículos pesados), houve crescimento de 53% no total de participantes de março de 2015 até maio de 2019, correspondendo a uma elevação de 69,5 mil para 106,3 mil. Do total de 106,3 mil de consorciados ativos registrados em maio, 50,6 mil eram pessoas físicas que representaram 52,1%, enquanto as jurídicas, com 47 mil, significaram 40,4%. Os produtores rurais ficaram com 7,5%, somando 8,7 mil consorciados.

Divididos por região, o Sudeste ficou com o maior volume de participantes, com 36,1% ou 38,3 mil. Nas outras regiões, os percentuais e respectivos totais mostraram: Sul com 28,4% ou 30,2 mil consorciados, Centro-Oeste com 22,3% ou 23,7 mil, Nordeste com 7,7% ou 8,3 mil, e Norte com 5,5% ou 5,8 mil. "As crescentes evoluções, conquistadas pelo agronegócio no país, registraram a importância da contribuição do consórcio ao negócio. Face as características de planejamento da modalidade adequadas à agricultura, as performances setoriais têm anotado bons resultados nas safras", diz Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da Abac.

Com crédito médio de R$ 184,3 mil verificado em maio, o segmento apontou valores praticados entre R$ 60,1 mil e R$ 676,8 mil, reafirmando a relevância da modalidade nos mais diversos tipos de agronegócio, com destaque para os que planejam e/ou pretendem comprar máquinas e equipamentos móveis e fixos de forma mais adequada, com mais tecnologia embarcada e que proporcionem mais lucratividade. Importante mencionar que parcela significativa dos contemplados adquiriu tratores de rodas e esteira (40%), seguidos dos implementos agrícolas/rodoviários (30%). Na sequência, vieram as colheitadeiras (19%) e os cultivadores motorizados (11%).

Com grupos variando de 60 a 120 meses, com média de 114 meses, a taxa média mensal de administração praticada esteve em 0,110% na última amostra. A expectativa de futura safra recorde para 2019, divulgada pelas autoridades do setor, gera boas expectativas para o Sistema de Consórcios no agronegócio. Em especial os itens soja, milho, arroz e açúcar (cana) são indicados como líderes das commodities agrícolas brasileiras. "A estimativa de ocupação de áreas produtivas maiores sinaliza a necessidade de mais máquinas e implementos para plantio e colheita para os quais o consórcio pode ser o diferencial direto e ainda impulsionador do crescimento da economia, justificado por suas principais características como baixos custos, prazos longos e, principalmente, diversidade nas formas de pagamento", explica Rossi. No agronegócio, em seus diversos tipos de culturas como soja e outros grãos (64%), cana (12%), milho (8%), arroz (6%) e outros (3%), e nas variações de épocas de semeadura e colheita, tanto na mono como na policultura, e também na pecuária (7%), houve negócios em que a modalidade marcou presença ainda maior entre aqueles que desejaram e desejam crescer e desenvolver cultivos rotativos.

No final de maio havia 318,5 mil consorciados ativos no setor de veículos pesados, sendo que 33,3% tinham como objetivo a aquisição de bens vinculados ao agronegócio. A estratégia de planejamento a médio e longo prazos, prática básica do setor, tem levado o produtor rural e as empresas do segmento a priorizarem tecnologia embarcada com mecanismos de autofinanciamento como o consórcio. O objetivo continua sendo reduzir custos finais capazes de agregar lucratividade e obter resultados competitivos ao participar dos mercados externo ou interno.

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