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30/08/2019

Consórcio de imóveis, investimento que possibilita formação ou ampliação de patrimônio

Economia / O consórcio de imóveis, lançado há mais de vinte e cinco anos, é considerado um investimento patrimonial. Inicialmente visto como forma de poupança programada para realização de objetivos definidos, pessoais, familiares ou até mesmo empresariais, possui
características que reforçam os conceitos de propriedade, segurança e tranquilidade.

Consciente da essência da educação financeira, a modalidade é utilizada principalmente por aqueles que planejam o futuro com metas definidas e gerenciamento das finanças pessoais.

Com características próprias de autofinanciamento, o consórcio é usado pelos que traçam previamente seus caminhos e programam os recursos para aquisição de bens. Recente pesquisa, feita pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios junto às administradoras que atuam no setor imobiliário, mostrou que mais de 915 mil de consorciados já foram contemplados nos últimos quinze anos. Os créditos concedidos foram utilizados principalmente na compra de moradias próprias, maior sonho do brasileiro, e em outros tipos de imóveis como casas de veraneio no litoral ou no interior, ou mesmo sítios e chácaras, além de terrenos, para usufruir pessoalmente ou com a família.

Ao viabilizar igualmente a realização de reformas, construção ou compra na planta, o mecanismo também se aplica aos que desejam imóveis para empresas como os empreendedores e profissionais liberais, cujo objetivo pode ser salas, conjuntos comerciais e escritórios para coworking, ou ainda galpões, áreas industriais, lojas, glebas e fazendas.

De 2005 até maio de 2019, o acumulado das contemplações no consórcio de imóveis somou 916,4 mil participantes, uma média anual de 61,9 mil consorciados. No período compreendido de 2005 a 2018, o total de participantes com créditos em mãos, que puderam realizar seus objetivos para também formar ou ampliar patrimônios pessoais, familiares ou empresariais, mais que duplicou ao saltar de 33,8 mil (2005) para 72,4 mil (2018), com aumento de 114,2%. O levantamento apresentou alterações como a duplicação na utilização dos créditos de alguns tipos de bens nos últimos 24 meses. Nesses dois anos, a aquisição de terrenos avançou de 10,8% (maio/2017) para 19,9% (maio/2019).

Os imóveis em construção e as reformas mais que dobraram, saíram de 9% (maio/2017) e alcançaram 19,6% (maio/2019). Os imóveis na planta também anotaram forte aumento, de 0,1% (maio/2017) para 2,1% (maio/2019).

Paralelamente, os negócios feitos com residências urbanas mantiveram-se estáveis, atingindo 52,8% (maio/2019) contra 53,5% (maio/2017) anteriores. Nas demais utilizações de crédito, que totalizaram 5,6%, foram registrados comportamentos de uso com retração em imóveis comerciais, com 3,3%, imóveis de veraneio, com 1,9%, e outros, com 0,4%.

Do total pesquisado, 82% eram compostos de pessoas físicas, sendo 53% de homens e 47% de mulheres, e 18% de pessoas jurídicas, com tíquete médio de R$ 156,9 mil. A taxa mensal média de administração apurada foi de 0,1076%, para um prazo médio praticado de
172 meses.

Os créditos e as parcelas são atualizados anualmente, considerando a data de constituição do grupo, de acordo com o índice constante do contrato de adesão. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) tem sido o principal indexador em mais de 85% dos contratos, mas existem outros referenciais como o INPC Índice Nacional de Preços ao Consumidor, IGP-M Índice Geral de Preços do Mercado ou CUB Custo Unitário Básico. "Um outro foco dos consumidores foi adotar a modalidade como alternativa de renda extra para aposentadoria, uma opção que sinaliza um futuro melhor, paralelamente à previdência pública ou privada", esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC. "A renda pessoal extra, originária da locação de imóveis adquiridos via consórcio, proporciona
tranquilidade e segurança na terceira idade", completa.

JOVENS APONTAM O CONSÓRCIO DE IMÓVEIS COMO ALTERNATIVA

Em outra pesquisa, solicitada pela ABAC à Quorum Brasil, sobre potencial financeiro e investimentos, em especial nos consórcios, junto a jovens nas faixas etárias dos 18 a 34 anos, os resultados indicaram os imóveis em primeiro lugar.

Ao analisarem, especificamente bens como casa, automóvel e motos, os percentuais de interesse em compra pelo mecanismo variaram. Enquanto 93% dos entrevistados de 18 a 24 anos se referiram mais ao imóvel, 91% mencionaram o carro e 43% sinalizaram a
moto.

Na faixa dos 25 a 34 anos, 89% anotaram o maior sonho do brasileiro (a casa própria), seguida pelo veículo novo ou usado com 85% e pela moto com 29%. "O consórcio, autofinanciamento para compra parcelada, possibilita aos interessados planejar a aquisição de imóvel com prazos longos de pagamento, custo adequado e com parcelas mensais acessíveis aos orçamentos", destaca Rossi. "Contribui como investimento na formação ou ampliação de patrimônio, além de alavancar outros elos da cadeia produtiva imobiliária, como fornecedores de matérias primas, fabricantes de produtos para instalações elétrica, hidráulica, acabamento e revestimento, construtoras, imobiliárias, mão deobra especializada e serviços afins",  complementa.

Outra oportunidade de negócio para consumidores e imobiliárias está nos dados levantados pela assessoria econômica da ABAC junto ao Banco Central do Brasil que mostram haver, até abril, mais de 100 mil consorciados contemplados de imóveis que ainda não adquiriram seus bens.

Enquanto o total no Sistema de Consórcios, que também inclui veículos e outros bens, é superior a 533 mil, a soma dos créditos disponíveis relativos a essas pendências de aquisição, atingem R$ 34,36 bilhões, incluindo imóveis, com R$ 16,08 bilhões, veículos
automotores, com R$ 18,14 bilhões, e outros, com R$ 144,76 milhões.








 

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